Como uma dança dos véus, aos poucos na vida fui me libertando das crenças do senso comum.
Sem deus, sem time de futebol, sem patriotismo, sem superstições, sem casar na igreja e pular ondinhas no reveillon, sem dependência do automóvel, sem crença no amor romântico… e por aí vai.
O resultado não é um vazio, mas uma visão mais clara de mim mesma.
Se eu gosto do que vejo, já é outra história!